Macromundo

O mundo está vivo nos poemas de Cazé. Macromundo porque mundo vivo, em expansão, das maiores às menores coisas, das visíveis às invisíveis, das molares às moleculares. A escrita de Wladimir Cazé é panteísta. Não como um romântico extemporâneo, mas como um pagão contemporâneo, que vê em tudo um deus possível. E aprende com ele. E o lê. Ler-escrever aqui é buscar a vida e a saúde. Não a Grande Saúde, pois que o mundo ainda cresce, mas as pequenas saúdes, aquelas que fazem par com as manias, as obsessões, as buscas, as fragilidades de quem ainda não sabe, mas quer saber. 

Sandro Ornelas

 

WLADIMIR CAZÉ nasceu em 1976 em Pernambuco,  publicou Microafetos (poesia, Edições K, São Paulo, 2005), A filha do Imperador que foi morta em Petrolina (cordel, Edições K, São Paulo, 2004) e ABC do Carnaval (cordel, Edições K, Salvador, 2009). Publicou o poema "Os pássaros" no suplemento "A Tarde Cultural" (Salvador/Bahia, abril de 2008). Participou do 4º Mayo de Las Letras, em San Miguel de Tucumán (Argentina). Integra o coletivo de escritores Corte, que promove recitais e debates sobre literatura em Salvador.

 

Matérias:

Correio Braziliense https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2010/10/21/interna_diversao_arte,219112/em-macromundo-wladimir-caze-mantem-o-ritmo-das-outras-obras.shtml

O Globo https://blogs.oglobo.globo.com/prosa/post/a-poesia-de-wladimir-caze-por-henrique-rodrigues-348340.html

 

 

 

Informações adicionais

  • Autor: Wladimir Cazé
  • Preço: 19,00
  • Categoria: Poesia
  • Coleção: Os Contemporâneos
  • ISBN: 978-85-60676-22-4
  • Nº de páginas: 64