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ENSAIOS RADIOATIVOS

Márcio-André


 

 

 

 

R$ 29,00

ISBN 978-85-60676-09-5
Nº. de páginas: 208

Dimensões: 12 x 18 cm

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Márcio-André, autor de Intradoxos e editor da revista Confraria, reúne neste livro alguns de seus escritos, ensaios, crônicas e entrevistas publicados na internet ao longo do último ano, incluindo a narrativa detalhada de seu recital de poesia na cidade fantasma de Pripyat, em Chernobyl, pelo qual ficou conhecido como poeta radioativo. Os textos debatem questões como leitura, tecnologia, identidade, a cidade e o papel do escritor, além de temas inusitados como os discos de vinil, o Google e o Pânico na TV.

 

Através do princípio da contaminação radioativa e de uma vivência do absurdo, o autor propõe as delimitações de uma didática livre e sugere, através de reflexões em torno da literatura e da arte, as noções de uma realidade anti-institucional, anti-moralista e anti-estetizante, em prol de uma vida permeada pela obra de arte, mas em que arte e vida só são correspondentes e possíveis se partindo de dentro delas mesmas, nunca de simulacros institucionalizados e dicotomias racionalizantes, como as tradicionais noções de subjetividade e objetividade, ficção e realidade.

 

Poéticos, irônicos e por vezes polêmicos, estes ensaios radioativos contaminam pela leveza e profundidade - propondo um “pensar através das coisas”.

 

 

Depoimentos

 

O cabra tem texto, fôlego e vontade e ave! Veio trazer renovação à literatura feita no Rio. E no Brasil. Como belo poeta que é. E editor e agitador e ensaísta e maravilha!

Marcelino Freire
 

Márcio-André é, pois, uma voz nova que vive intensamente a violência da cultura, desde os gregos até aos nossos dias, sempre na esperança de nada ser irreversível por nunca ter começado.

Boaventura de Sousa Santos

 

Sua escrita é de açobuscante, contravácuo cinzelado com conteúdos dentro, perplexos eixos, héliseres de cristal a toda contra-velocidade criando novas frases incisões na brisa (...) o mais drástico crítico-ensaísta de sua geração, pressinto.

Carlos Emílio Correa Lima

 

Aqui vem Márcio-André, o marajá do verbivocovisual, com seu genial violino e textos no limiar do inteligível. Ele inventa e dribla a megera do inerte, o fantasma da impotência. Márcio-André tem o vírus da linguagem e sabe muito bem. Vamos juntos. Estamos contaminados.

Chacal

 

Márcio-andré é dos mais densos pensadores da nova literatura no Brasil.

Flávio Viegas Amoreira

 

 

Ouça o primeiro capítulo do livro lido pelo autor

 


leia matéria sobre o livro no jornal Estado de Minas


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